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Salmos 39 — Bíblia Bíblia CNBB (Nova Capa), 2002 | Gospelmais
12 versículos · Bíblia CNBB (Nova Capa), 2002
2Eu resolvi: “Vou controlar meus caminhos para não pecar com a língua; vou pôr um freio à minha boca, enquanto o malvado estiver à minha frente”.
3§ Conservei-me mudo, em silêncio; calei-me, mas sem resultado. Sua sorte exasperou minha dor.
4Ardia meu coração dentro de mim: enquanto suspirava, acendia-se um fogo. Então falei com minha língua:
5“Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim, qual seja a extensão de meus dias. Quero saber como sou frágil.
6§ Vê: em poucos palmos fixaste meus dias, e a duração da minha vida é um nada à tua frente. Como um sopro é todo ser humano!
7Como sombra que se desfaz é todo mortal! Agita-se por um nada, acumula riquezas e não sabe quem as terá como herança”.
8§ E agora, que posso esperar, Senhor? Em ti está minha esperança.
9Livra-me de todas as minhas culpas; não faças de mim um ludíbrio para o insensato.
10Calo-me, não abro a boca, pois és tu que o fizeste.
11§ Afasta de mim teu castigo, pela força de tua mão estou no fim.
12Castigando o erro corriges o homem, como a traça corróis tudo o que lhe é caro. Sim, como um sopro é todo ser humano.
13§ Escuta minha prece, SENHOR, e presta ouvidos a meu grito; diante de minhas lágrimas não fiques surdo. Pois sou diante de ti um peregrino, um forasteiro como todos os meus pais.

