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Provérbios 23 — Bíblia Bíblia CNBB (Nova Capa), 2002 | Gospelmais
35 versículos · Bíblia CNBB (Nova Capa), 2002
1Quando te assentares a comer com uma autoridade, olha bem para as coisas que estão diante de ti
2e mete a faca à garganta, se és dado à gula:
3não cobices os seus manjares, pois é comida enganadora.
4Não te afadigues para enriquecer mas, com a tua prudência, acalma-te.
5Se levantares os olhos para as riquezas, elas já desapareceram: pois se cobrem de penas como as águias e voam pelos ares.
6Não tomes refeição com o invejoso nem desejes os seus manjares.
7Como alguém que já está decidido no seu íntimo, ele poderá dizer-te: “Come e bebe”, mas sua mente não está contigo.
8Vomitarás o bocado que comeste e desperdiçarás tuas belas palavras.
9Não fales aos ouvidos dos insensatos, porque vão desprezar o ensinamento da tua boca.
10Não toques nos marcos do terreno da viúva e não invadas o campo dos órfãos:
11pois seu Vingador é forte e defenderá a causa deles contra ti.
12Aplica teu coração ao ensino e teus ouvidos às palavras que trazem conhecimento.
13Não retires da criança a correção, ela não morrerá se a castigares com a vara:
14pelo contrário, castigando-a com a vara, assim é que a livrarás da morte.
15Meu filho, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á contigo também o meu;
16meu íntimo se alegrará quando teus lábios falarem o que é reto.
17Teu coração não inveje os pecadores, mas persevera no temor do SENHOR o dia inteiro:
18assim tens a descendência garantida, e a tua esperança não se frustrará.
19Escuta, filho, torna-te sábio e guia teu espírito pelo caminho reto.
20Não te encontres nos banquetes dos beberrões nem nas comezainas de carne,
21pois bêbados e comilões se arruinarão, e a sonolência se cobrirá de trapos.
22Escuta teu pai, que te gerou e não desprezes tua mãe envelhecida.
23Adquire a verdade mas não a vendas; adquire a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24Alegra-se intensamente o pai do justo: quem gerou um sábio, nele se alegrará.
25Alegrem-se teu pai e tua mãe, regozije-se aquela que te gerou.
26Dá-me, filho, o teu coração, e teus olhos guardem os meus caminhos.
27Pois a prostituta é uma cova profunda e a mulher estranha, um poço estreito:
28ela espreita no caminho como um ladrão e aumenta o número dos iníquos.
29Para quem os ais? para quem os lamentos? para quem as rixas? para quem as queixas? para quem as feridas sem motivo? para quem as lágrimas nos olhos?
30— Para os que se demoram no vinho e andam procurando bebidas fortes.
31Não te fascines com o vinho quando envermelha, quando rebrilha no cálice o seu colorido e entra suavemente para dentro…
32No fim morderá como cobra e picará como a víbora.
33Teus olhos verão coisas estranhas e teu coração falará perversidades;
34serás como quem dorme no meio do mar ou está entorpecido junto ao mastro do navio:
35“Espancaram-me, e não me doeu; bateram em mim, e não senti; quando despertarei, para pedir ainda mais? ”

